#Organic_Muitas novidades na Bio Brazil | BIOFACH 2014
 

Sempre pioneira no setor, a ORGANIC Alimentos participa da Bio Brazil Fair | BIOFACH América Latina apresentando quatro novos produtos em sua linha. A 10ª edição do evento acontece de 4 a 7 de junho na Bienal do Ibirapuera, em São Paulo.

A empresa lançará óleo de soja, melado de cana, açúcar mascavo e banana passa. “A expectativa na feira é consolidar nossa marca no mercado orgânico. Por isso também investimos em tantos lançamentos”, diz Philipe Morais, diretor da ORGANIC Alimentos. Além destes, até o próximo mês, a marca também levará ao mercado o achocolatado.

A ORGANIC Alimentos é uma das primeiras empresas nacionais certificada pelas diretrizes brasileiras e americanas para produção de alimentos livres de aditivos químicos. Também oferece em sua linha de produtos, arroz, açúcar, chás, mel e a primeira água de coco orgânica em embalagem Tetrapak do país. Acredita que investimentos e organização são fundamentais para o esclarecimento do consumidor com relação aos benefícios dos orgânicos, que envolve o desenvolvimento de um sistema de produção sustentável, respeitando o produtor, o consumidor e o meio ambiente. “E nós trabalhamos por isso”, afirma Morais.

A Bio Brazil Fair | BIOFACH America Latina reúne 90 expositores em uma área de 7 mil m² para apresentar alimentos orgânicos in natura e congelados, frutas e verduras, mel e derivados, carnes, sucos e bebidas, leite e laticínios, pães, bolos e massas, cosméticos, moda e suporte à produção (insumos, fertilizantes, equipamentos, certificadoras e consultorias).
São esperados 22 mil visitantes, entre profissionais ligados a lojas especializadas, supermercados, farmácias, clínicas, hospitais, spas, resorts, restaurantes, agrônomos e outros, e o público consumidor.

A feira é aberta, com entrada gratuita. 

 
#DrJoe_Parceria internacional para MDM

 

Demanda cada vez mais comum nas grandes empresas, o gerenciamento de dispositivos móveis abre um novo, e carente, mercado no Brasil, envolvendo a mobilidade corporativa. E a administração deste recurso é ampla: gestão, segurança, módulos complementares e muito mais.
Em parceria com a espanhola MS4B, a Doctor Joe Technology Care traz ao Brasil, com exclusividade, uma plataforma para suprir as demandas do mercado nacional em MDM – Mobile Device Management. “Este acordo foi consolidado para completar o nosso portfólio de serviços. Buscamos uma ferramenta robusta e com ela já estamos suprindo às demandas de nossos clientes”, diz Cesar Camargo, CEO da empresa.
O Grupo MS4B é um dos principais fornecedores europeus em soluções de mobilidade. Presente mundialmente há mais de 10 anos, oferece soluções inovadoras e completas para controle de acesso, pagamentos, entre muitos outros, para B2B, B2C e B2E. A empresa é especialista e líder em soluções móveis seguras. “Nossa relação com a Doctor Joe Technology Care é exemplar desde o início. Estamos muito entusiasmados em estar com eles neste mercado tão potencial quanto o brasileiro. Nossas expectativas são de um crescimento significativo em curto prazo”, diz Sebastián Rendelstein, gerente para a América Latina do grupo MS4B.
Desde o início da operação, o número de dispositivos móveis gerenciados pela Doctor Joe já chega a 3.000, e a previsão é fechar o primeiro semestre de 2.014 dobrando este atendimento.
A Doctor Joe Technology Care é a primeira empresa brasileira autorizada no Google Market Place. Provê consultoria e serviços em tecnologia corporativa de ponta a ponta através de suas divisões de Desenvolvimento de Aplicativos On Demand, Contact Center, BI – Business Intelligence, IT Outsourcing e Mobilidade. “Não vendemos softwares, entregamos soluções completas. E trabalhamos com uma solução de primeira linha em nível mundial”, enfatiza Fábio Soler, diretor da divisão de Mobilidade Corporativa. “Todos os serviços da Doctor Joe são complementares”.
Além do MDM, outras soluções em mobilidade corporativa estão sendo negociadas para atender à expansão da companhia, que, no momento, avalia a abertura de uma unidade de negócios na Argentina.

 
​#Organic_Primeiro óleo de soja orgânico chega às gôndolas

 

Sempre comprometida com o desenvolvimento do setor, a ORGANIC Alimentos mais uma vez inova e traz ao mercado o primeiro óleo de soja orgânico do País.

Rico em Ômega 3, o produto é extraído de sementes cultivadas organicamente, através da prensagem a frio, de forma mecânica e lenta, sem adição ou resíduos de compostos químicos.

“A primeira pergunta que nos fazem é se nosso óleo de soja é transgênico. Não! Até porque para obter certificação orgânica no Brasil, o produto não pode ser transgênico”, esclarece Philipe Morais, diretor da ORGANIC Alimentos.

A produção, inicialmente de 30.000 unidades de 500 ml por mês, é uma parceria entre a ORGANIC e empresas agrícolas do Paraná. O esmagamento e o refino são feitos no interior de São Paulo por uma parceira certificada, que realiza todo o processo manualmente, inclusive o envase. A prática apresenta produtividade menor, mais cara e demorada, mas garante um produto de qualidade muito superior. 

 
​#Organic_Ainda mais verde! Agora as embalagens da Organic Alimentos têm o selo I'm Green

 

Reafirmando seu compromisso com a sustentabilidade, a Organic Alimentos passa a ter em suas embalagens o selo I’m Green, da Braskem, que identifica produtos desenvolvidos a partir de fonte renovável. A validação ajuda os consumidores a identificar os produtos que levam Plástico Verde em sua composição.
O uso do selo está condicionado à comunicação e comprovação do percentual de conteúdo renovável no produto pelo laboratório americano Beta Analytic Inc., através da norma ASTMD6866.
A certificação já foi conquistada por grandes marcas como Faber Castell, Natura, Electrolux e Embalixo, entre muitas outras.


#Organic_Organic Alimentos traz ao mercado água de coco 100% orgânica


Através de um processo rigoroso e diferenciado, a Organic Alimentos traz ao mercado, a partir de junho, a primeira água de coco orgânica em embalagem Tetra Pak. O produto estará disponível em duas apresentações: embalagem de 200 ml, com foco no público infantil, e de 330 ml para consumo imediato.

“Nosso produto é extraído diretamente do coco verde, filtrado e embalado. Os aditivos para conservação também são naturais e permitidos pela legislação vigente, e nada mais”, explica Philipe Morais, diretor da Organic Alimentos.  A operação é uma parceria com uma indústria cearense que já exporta o produto e buscava uma empresa que trabalhasse exclusivamente com produtos orgânicos para lançamento no mercado nacional. “A produção é própria e também certificada pelo IBD, o que facilitou bastante nossa parceria”, diz Morais.
Produção, esterilização e embalagem são feitos no Ceará. O produto chega pronto ao Centro de Distribuição da Organic Alimentos no Jaguaré (São Paulo) e entra na logística de distribuição da linha da empresa. “Não parece muito lógico às vezes enviarmos o produto de volta para o Ceará, mas é um processo necessário. Há muito envolvido nele: nossa marca, segurança de embalagem, rastreabilidade complexa por ser um produto orgânico. E nós prezamos muito estes cuidados”, justifica o diretor da empresa.
A Organic Alimentos segue com a filosofia de conscientização do consumidor e, por isso, ainda não há planos para o envase da água de coco orgânica em um litro. Segundo Morais, o objetivo é primeiramente implementar o conceito, o que seria prejudicado nesta apresentação com custo não muito atrativo. “Quando se fala em orgânico, as pessoas logo pensam em FLV (frutas, legumes e verduras), mas também há alimentos industrializados e processados em versão orgânica. É fundamental para o setor essa conscientização do consumidor”, aposta.



 

​#DrJoe_Boas novas em gestão de facilities


Os gestores de facilities estão habituados a encontrar no mercado nacional sistemas extremamente complexos e técnicos. São muitas telas e funcionalidades, das quais, unanimidade entre os profissionais das áreas de gestão, muito pouco é utilizado no dia-a-dia. Adicione ao cenário longas implantações, além de várias destas opções serem de outro País, resultando em customizações e custos altos.
A experiência anterior dos executivos em outras empresas motivou o desenvolvimento de um novo modelo de sistema para gestão de facilities pela Doctor Joe Technology Care. “Conhecemos os softwares disponíveis e sua complexidade”, diz Arthur Motta, CIO da empresa. Por já terem estado do outro lado da mesa neste setor, os sócios da empresa, Motta e César Camargo, COO, já buscaram essa solução em outros momentos de suas vidas profissionais e sempre encontraram mais do mesmo. À frente da operação da Doctor Joe, desenvolveram um produto que atende a demanda de forma ágil, simples e acessível. “Fizemos um sistema de gestão para o profissional que precisa gerir facilities em sua essência, não apenas voltado para o gestor técnico de manutenção. Esta é uma solução dificilmente encontrada no mercado”, explica Camargo. Estima-se que entre 40% e 50% das funcionalidades nos softwares existentes sejam pouco utilizadas por estes gestores, ou seja, paga-se muito por algo que não é necessário.
O sistema segue os padrões de todas as soluções desenvolvidas pela empresa, 100% em nuvem e com acesso via web. Não há investimento em infraestrutura, já que a plataforma é SaaS (paga como serviço). Entre as muitas funcionalidades está o módulo de Chamados, onde o solicitante da ordem de serviço é informado sobre a evolução do chamado por email e/ou SMS, e que contempla pesquisa de satisfação enviada automaticamente ao seu encerramento. “Por ser via web, o acesso de todos os profissionais e empresas que participam do ciclo está integrado. O aplicativo é centralizado, absolutamente funcional e viável financeiramente”, define Motta. Vale ressaltar que a solução atende tanto empresas de manutenção quanto gerenciadores e gestores, já tendo sido testada nos dois universos.
Um sistema de gestão de facilities no conceito atual é quase inviável para empresas de pequeno e até médio porte. Estas empresas não têm volume de informação para abastecê-lo e seu investimento é alto. “Este é um fator importante a ser considerado, já que nosso modelo comercial é 'pay-per-use' (pagamento mensal como serviço). Nossa solução permite que estas empresas tenham acesso a tecnologia”, explica Camargo. Através de benchmarks na indústria, a Doctor Joe considera que o custo do aplicativo esteja em um nível bastante inferior ao do mercado tradicional de softwares para gestão de facilities.
Apesar da similaridade do processo em todas as empresas, não há como escapar da customização do sistema, que está contemplada no custo do serviço em todas as etapas. “Temos consciência de que não existe perpetuidade em sistemas. Mesmo atendendo a grande maioria das empresas com pequena customização para implantação, sabemos que em alguns meses a atualização em função de alterações de processos será necessária”, esclarece Motta. O modelo de desenvolvimento é precedido por uma rápida consultoria, o que faz o processo ser totalmente natural e intuitivo. “Nosso sistema é, de fato, muito aderente ao setor como um todo. Não foi feito para uma empresa, mas para o mercado”, completa o COO da empresa, Camargo.
Outro destaque do aplicativo apresentado pela Doctor Joe é o curto período de implantação, estimado entre 1 e 3 meses, dependendo da complexidade da operação do cliente.
A cereja do bolo fica por conta da opção de contratar junto à solução o serviço de atendimento completo, com equipe dedicada de call center para atendimento das solicitações.

#Organic_Orgânicos italianos desembarcam em nossas prateleiras

A Organic Alimentos, uma das primeiras empresas nacionais certificada pelas diretrizes brasileiras e americanas para produção de alimentos livres de aditivos químicos, acaba de adquirir a distribuição da La Bio Idea para todo o Mercosul. 
A linha de produtos italianos 100% orgânicos faz parte da DO-IT – Dutch Organic International Trade, empresa holandesa pioneira mundialmente no fornecimento de ingredientes do gênero e também detentora de duas marcas no mercado varejista. “A DO-IT atua no mercado mundial de alimentos orgânicos há aproximadamente 30 anos. É uma referência no setor”, diz Philipe Morais, diretor da Organic Alimentos.
São 102 produtos na linha da La Bio Idea, entre eles, massas, molhos, antepastos, azeites, sopas, sucos e vegetais enlatados. Excluindo as variações de tamanho dos mesmos produtos, são, aproximadamente, 90 novos itens na carteira da Organic Alimentos. “Passaremos de 20 SKU’s, os chamados códigos de barras, para quase 120 produtos em uma única operação”, destaca Morais.
A distribuição dos produtos da linha será feita em varejo, inicialmente no Brasil, Argentina e Uruguai. E vale ressaltar que o contrato firmado é de exclusividade para toda a América do Sul. A empresa brasileira já providenciou a validação da certificação europeia para produtos orgânicos, uma vez que o mesmo não tem valor no País. “Isso deve acontecer rapidamente já que o processo de certificação na Europa é muito mais complexo do que aqui”, afirma o diretor. “Além disso, valerá automaticamente para todo o Mercosul”.

Presente em quase todo o território nacional, a Organic deu início às suas operações nestes dois outros países através de representantes comerciais. “Ainda não podemos esperar um grande consumo na América do Sul, mas queremos consolidar nossa marca para quando isto acontecer”, provisiona Morais.

Os produtos da linha La Bio Idea devem chegar às prateleiras no segundo semestre deste ano.​



#DrJoe_Fabio Soler na Doctor Joe Technology Care



Atuando há 12 anos no mercado de Mobilidade Corporativa, Fabio Soler é o mais novo reforço da Doctor Joe Technology Care, empresa pioneira em consultoria para o mercado de mobilidade.

Com a bagagem de ter atuado em empresas como a Trevisan Tecnologia, SoftSite e Texline IT, o executivo chega para assumir uma nova divisão da Doctor Joe que, certamente, mudará o mercado de soluções móveis, trazendo uma proposta inovadora e completa ao mercado.

“Não há no mercado uma consultoria que reúna todo o expertise desta nossa nova divisão. Entregaremos uma solução completa para os processos de automação de campo e gestão de telecomunicações”, diz Soler.

Vem aí um novo conceito em mobilidade corporativa!

Aguardem!

#DrJoe_Com faturamento estimado em R$ 7 milhões para 2013, Doctor Joe comemora cinco anos contrariando números do empreendedorismo no Brasil​


Segundo estudo realizado pelo Sebrae, em 2010, 58% das micro e pequenas empresas (MPEs) fecharam as portas antes de completar cinco anos. Entre os principais motivos citados pelos empreendedores estão a falta de clientes (29%), capital (21%), concorrência (5%), burocracia e impostos (7%). Contrariando estes números, a Doctor Joe Technology Care comemora 5 anos de operação com crescimento de 50% apenas entre 2010 e 2011, e acumulado de 389% desde a sua criação. “Nós não acreditamos que o grande número de empresas que fecham em seus primeiros anos devam ser enquadradas nestas estatísticas. Estas empresas não quebraram porque estavam endividadas, mas sim porque o sócio empreendedor não aguentou o baque. Muitas vezes não é a empresa que quebra, e sim o empreendedor”, dispara Cesar Camargo, COO da empresa de soluções em TI e a primeira brasileira autorizada no Google Marketplace para implementações da solução Google Apps.
É mais que sabido que para empreender é necessário, além de oportunidade, vontade. “A primeira coisa que deve ser assimilada ao empreender é abrir mão de muita coisa, de estabilidade financeira, de comodidade, de ter funcionários abaixo de você, de ter chefe”, diz Arthur Motta, CIO da Doctor Joe. É imprescindível saber trabalhar sem um tutor até que haja condição da empresa contratar uma consultoria. Na prática, é preciso entender que antes do sucesso vem muito sacrifício e abdicação. “Você nasce de novo, não é mais o Cesar da multinacional X ou Y, deixa de ter o respaldo de uma grande corporação como um sobrenome para apresentação”, exemplifica Camargo. “Além disso, aquilo que era verdade no final do mês, em termos financeiros, passa a não ser mais. Há uma abdicação enorme a ser feita até que você recupere o padrão de vida que tinha enquanto executivo. E, nesta fase, o grande risco passa a ser confundir o caixa da empresa com o seu caixa pessoal, fazendo retiradas não planejadas e incoerentes com o resultado da empresa”.
Ainda de acordo com o Sebrae, outros fatores influenciam no processo de mortalidade das MPEs como a falta de planejamento, de técnicas de marketing, de avaliação de custos e fluxo de caixa, entre outros. Com muito foco nestas questões, o primeiro passo para a estruturação da Doctor Joe, e considerado fundamental por seus sócios, foi o desenvolvimento de um plano de negócios, com cenários simulados para investimento e expectativa de faturamento x receita. “É importante ter um controle muito rígido de custo já a partir do primeiro dia. Até hoje todas as nossas despesas foram lançadas e categorizadas permitindo uma ampla e detalhada visão do que foi investido em ativos, quanto foi gasto com serviços, etc.. Isso nos ajuda a olhar para o futuro com projeções bem realistas”, explica Motta.
Empresa privada, criada com investimentos apenas de pessoas físicas, a Doctor Joe também surpreende ao manter sua operação até hoje neste modelo. Todas as ações e aquisições, inclusive investimentos, foram feitas através de recursos gerados pela própria companhia, estratégia que lhe assegura hoje endividamento zero. “Isso não quer dizer que achamos que buscar recursos através de empréstimos e financiamentos seja uma estratégia errada. É apenas outra forma de fazer negócio, uma questão de assumir o risco. Quando você faz um empréstimo, já parte do dia zero devendo dinheiro a alguém, um desconforto na gestão financeira”, explica Motta.
Em um País em que 60% dos universitários (dados da Organização Endeavor) já pensam em construir seu próprio negócio, a Doctor Joe também nasceu deste sonho: concretizar um negócio próprio, gerar empregos, deixar um legado. Mas vale lembrar o peso atrelado a esta iniciativa, uma vez que o poder de decisão do empreendedor é para o bem e para o mal, e nem sempre é possível que essa decisão seja colegiada. Nesse caso, então, uma decisão certa beneficia muitas pessoas, assim como uma errada também atinge todos os envolvidos. “Na carreira de executivo, qualquer ação errada que você tome não levará a empresa à falência, não fará com que pessoas percam seus empregos”, pondera Camargo, “No nosso caso, um erro pode fazer com que os 40 funcionários que temos hoje voltem para casa sem emprego no final do dia”. Realidade que dá outro sinônimo para empreender: responsabilidade.

#Organic_Organic Alimentos quadruplica sua participação no mercado apostando na organização do setor

Alimentos e bebidas orgânicos ganham cada vez mais espaço nas gôndolas dos supermercados brasileiros. Novos canais de distribuição e comercialização permitiram que estes produtos alcançassem um número maior de consumidores, tornando a demanda mais regular. Segundo o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), hoje o mercado movimenta aproximadamente R$ 500 milhões no Brasil, e cresce em torno de 15% a 20% ao ano.
Apesar da demanda crescente, o setor ainda está represado pela oferta ou pela desorganização de suas cadeias produtivas, abastecidas quase que totalmente por agricultores familiares (85%). Além disso, os orgânicos enfrentam outros obstáculos no País, como a falta de conscientização dos consumidores e os custos de produção. “Muitas vezes, nem o próprio consumidor sabe de fato o que é o alimento orgânico”, diz Philipe Morais, diretor da Organic Alimentos, uma das primeiras empresas nacionais certificada pelas diretrizes brasileiras e americanas para produção de alimentos livres de aditivos químicos. “O Brasil tem um mercado ainda muito incipiente no consumo de orgânicos. Em países desenvolvidos como Estados Unidos e Alemanha, por exemplo, esse consumo chega a 30%, em média”, exemplifica Morais. “Em açúcar, por exemplo, a estimativa é de que a versão orgânica do produto represente apenas 1% da produção total nacional”, acrescenta Levy de Oliveira, gerente comercial da empresa.
A partir de 2011 o governo regulamentou a produção e comercialização de alimentos orgânicos exigindo o registro do produtor no Cadastro Nacional do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e criou o selo ‘Produto Orgânico do Brasil’. “Sem dúvida foi uma grande conquista, já que um setor desregulamentado perde credibilidade e oportunidades, mas ainda há muito a ser feito”, pondera Morais.
A falta de organização é o maior gargalo do mercado de alimentos orgânicos. É imprescindível que se estabeleça uma força profissional nas negociações para o aumento da participação no varejo. A Organic Alimentos acredita e aposta nesta estratégia: estruturou seu departamento comercial para fazer frente aos produtos convencionais. “Para nós, não há concorrentes no setor, o nosso concorrente é sempre o convencional. Acreditamos que uma empresa não pode brigar com outra dentro do segmento porque o mercado ainda é muito pequeno. Precisamos nos unir para alavancar a participação de toda a cadeia”, explica Morais.
Para viabilizar sua operação, a empresa conta com aplicativos personalizados de gestão, logística e representantes comerciais em quase todo o território nacional. “Às vezes precisamos fazer uma operação logística para atender ao cliente que custa mais do que receberemos, mas ele não fica sem o nosso produto. Se a conta fecha? Nós estamos em um momento de crescimento, então precisamos primeiro atender para depois virar essa conta”, surpreende o diretor da Organic Alimentos.
E o desempenho da empresa vem confirmando o acerto da estratégia: no último ano sua participação no mercado quadruplicou. Resultado que esperam repetir no próximo período. “Também devemos aumentar o nosso leque de produtos. A ideia é buscar ter todos os produtos convencionais disponíveis em orgânicos”, diz Oliveira. “Há carência na variedade de produtos neste mercado, há muito espaço a ser conquistado”.
São fundamentais investimentos e organização para o esclarecimento do consumidor com relação aos benefícios dos orgânicos, que envolve o desenvolvimento de um sistema de produção sustentável, respeitando o produtor, o consumidor e o meio ambiente. “E nós trabalhamos por isso”, finaliza Morais.